
Antinous, 1918
Epithalamium, 1913
Este termo provém do nome duma canção grega que se cantava em honor ao matrimónio. Consta de vária partes nas que se descreve os diversos momentos do matrimónio, desde o acordar da noiva no dia do casamento até o delírio do noivo, passando pelo momento do medo à perda da virgindade. O tema da desfloração parece ser um tema recorrente de Pessoa.
Em 1930, numa carta dirigida a Gaspar Simões, Pessoa qualificará os poemas “Antínous” e “Epithalamium” como obscenos e que não sabe porque escreveu esses poemas nem porque não os eliminou ainda. Particularmente, de “Epithalamium” diz que é “directo e bestial”.
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